segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Do céu ao inferno e vice-versa.

Numa parceria de sucesso, como a de Pelé e Coutinho, Bebeto e Romário, Toquinho e Vinícius, John e Paul, goiabada e queijo, eu e meu amigo (e colaborador ausente deste e outros blogs) Mauricio, escrevemos esta pequena história que você poderá ouvir abaixo em duas partes.

Parte 1



Parte 2

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Samba para minha menina

Uma bela história de um velho carnaval.

Samba para minha menina

Fiz um samba pra esquecer a sua ausência
Acabar com essa distância e voltar à inocência.
De um tempo que saudade não existia
E o amor adormecia num pequeno coração.
Mas meu samba não foi feito no passado
Apenas foi inspirado num antigo carnaval.
Em que um beijo, com gosto de despedida
Com a demora merecida, não foi dado no final.
O meu samba é sem graça e sem harmonia
Sem refrão e alegria, mas feito pra lembrar.
Que esse samba é também de minha menina
Feito só em poucas linhas pra ela poder guardar.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Flamengo

Flamengo é escolha e também herança genética. É sentimento difícil e prazeroso.
É ler em letras maiúsculas mesmo escrito em letras minúsculas. É torcer com intensidade até o fim pra comemorar ou com a teimosa esperança que nem é mais verde, é rubro-negra. É ter um desgosto profundo se faltasse o Flamengo no Mundo.
É ter inspiração até nos momentos difíceis para um singela homenagem aos seus 115 anos.
Parabéns, Nação!

O velho

Aproveitando o assunto do post anterior, aí está um texto que eu fiz para uma pessoa muito especial.

***

O velho

Existem algumas pessoas que, mesmo sem você conhecer direito, conseguem te arrancar um sorriso. E eu esbarrei com uma dessas por aí.

Era um velho. E o velho, mesmo velho, parecia garoto.
Ria bebia. Uma piada aqui, um causo ali.

Ria mais e bebia mais.

Aquele tipo de pessoa “da festa”. Não estava com fulano, nem cicrano. Pouco importava. Cumprimentava todo mundo, sempre arrancando sorrisos.

Ali, a festa, era o lugar dele.

Fiquei o acompanhando com o olhar, até chegar minha vez de ser cumprimentado.

E feito um moleque, o velho chegou já me dizendo o porquê de ter nascido no dia de um feriado nacional. Simples. Assim fazia mais festa e bebia mais. Ainda mais.

Eu sorri.

E aí percebi que aquele velho, mesmo velho, não era velho. Era garoto.

Um garoto que eu tive a sorte de ser neto, amigo e ainda ter o mesmo nome.

Meu avô Mauricio, 79 anos de juventude.
O cara “da festa” e inspiração pra qualquer um que o conheça.

Se Saudade Enriquecesse

Estreiando oficialmente, algo que escrevi há bastante tempo, num dia de saudade dos avós.

Se Saudade Enriquecesse

Se saudade enriquecesse
Talvez não me esquecesse
Eu pertinho de vocês

Com meu pranto compraria
A beleza, a poesia
A distância para ver

Com vocês aqui por perto
A saudade não existe
Já não sei o que é ser triste
As lembranças são reais

Voltaria a ser pobre
De suor pra ganhar cobre
Com vocês era feliz.

Voltamos!

O Suco está de volta. Agora com desabafos, pensamentos e o talento para inutilidade que temos sendo mostrado em versos e prosa.

Até!